Pai, dói, como se um buraco aumentasse a cada noite e que não houvesse alento de manhã, como se as lágrimas que caem nutrisse mais essa peste negra a crescer dentro de mim.
Eu sei, que lutar sozinha não me traz vitórias, por isso, meu pai, vem, toma as dores e leva, leva contigo naquela cruz, me ajuda a carregar, pois sozinha perco a força.
Assim, como o salmista diz: meu socorro vem de Ti.
Só contigo me sinto em terra firme e segura.
Por isso te entrego, a dor aqui verbalizada, entrego meu coração, me entrego.
É nisso que eu confio. CONFIO EM TI.
E quando não se esta sozinho é muito melhor.
A caminhada é mais leve e divertida
Agradecimentos aquele alguém que passou por aqui esses dias.
Sua falta, sua ausência.
E neste silêncio aqui (re)construo quem eu sou, e vou, e eu sei que longe, tão longe, esta aqui perto, entende?